Artigos técnicos e práticos sobre tributação, gestão fiscal e planejamento financeiro para transportadoras em Campo Largo e região metropolitana de Curitiba.

Entenda como a revisão tributária pode recuperar impostos pagos a maior e reduzir a carga fiscal da sua transportadora. Guia completo com ICMS-ST, PIS/COFINS e IRPJ.
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Descubra as 7 estratégias comprovadas para reduzir custos logísticos na sua transportadora em 2026: combustível, manutenção, rotas, tributos e tecnologia.
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Transportadoras podem recuperar o ICMS-ST pago a maior sobre o diesel e pedágio quando o valor presumido na base de cálculo for superior ao valor real da operação. Para solicitar a restituição, é necessário realizar um levantamento retroativo dos últimos 5 anos cruzando os dados dos CT-es emitidos com as notas fiscais de abastecimento.
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Para trocar de contador sem perder o histórico fiscal da sua transportadora, solicite ao contador atual todos os arquivos SPED (ECD, ECF, EFD), livros fiscais digitais, certidões negativas e declarações dos últimos 5 anos. O novo contador assume a escrituração sem interrupção — a troca não cancela CT-e nem gera pendências fiscais se feita corretamente.
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A rejeição do CT-e na SEFAZ ocorre principalmente por CFOP incorreto, divergência de dados do remetente/destinatário ou erro na chave de acesso da NF-e vinculada. Para evitar que o caminhão fique retido na barreira fiscal, é fundamental automatizar a importação de dados via XML e contar com uma contabilidade que parametrize corretamente o sistema emissor.
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MEI pode ser transportadora, mas com limite de faturamento de R$ 81.000/ano e restrição a apenas 1 empregado. Para frotas com mais de 1 veículo ou faturamento acima desse teto, a abertura de uma Microempresa (ME) no Simples Nacional é a alternativa mais vantajosa — com alíquotas a partir de 4% e sem as restrições do MEI.
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Para calcular o custo por km rodado, some todos os custos fixos mensais (IPVA, seguro, financiamento, salários) e variáveis (diesel, pedágio, manutenção, pneus) e divida pela quilometragem total percorrida no mês. Exemplo: frota com R$ 18.000 de custos e 12.000 km rodados = R$ 1,50/km. Reduzir esse indicador em 15% a 20% é possível com manutenção preventiva e gestão tributária especializada.
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Para transportadoras com faturamento até R$ 4,8 milhões/ano e margem de lucro acima de 20%, o Simples Nacional costuma ser o regime mais vantajoso (alíquota efetiva de 4% a 19,5%). Acima desse teto ou com margens menores, o Lucro Presumido (carga de 11% a 15%) ou Lucro Real (indicado quando há muitos créditos tributários a aproveitar) podem reduzir significativamente a carga fiscal.
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Você pode ter dinheiro esquecido nos cofres do governo. Entenda como a auditoria fiscal retroativa analisa os últimos 5 anos da sua transportadora para identificar pagamentos indevidos e recuperar fluxo de caixa.
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Transportadoras podem recuperar impostos pagos a maior nos últimos 5 anos, incluindo ICMS-ST, PIS/COFINS e IRPJ. O processo é administrativo, sem necessidade de ação judicial na maioria dos casos, e pode resultar em restituição em dinheiro ou compensação com tributos futuros.
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A carga tributária de uma transportadora varia de 4% a 28% do faturamento dependendo do regime escolhido. No Simples Nacional, a alíquota efetiva começa em 4%. No Lucro Presumido, a carga total gira em torno de 11% a 15%. No Lucro Real, pode ser menor se houver créditos tributários a aproveitar.
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Em 2026, transportadoras de frete rodoviário pagam ICMS (7% a 12% interestadual), ISS (2% a 5% intramunicipal) e PIS/COFINS (0,65%/3% ou 1,65%/7,6% dependendo do regime). Conhecer cada tributo é essencial para reduzir a carga fiscal e evitar autuações da Receita Federal e SEFAZ.
Ler artigo →A GFC Contabilidade atende transportadoras em Campo Largo, Curitiba e região. Diagnóstico gratuito.
